Operação Plástica Notícias
  • Home
  • Notícias
  • Cirurgias
  • Mundo
  • Saúde
  • Sobre Nós
Leitura: Rating de crédito corporativo se torna diferencial de empresas middle market que acessam o mercado via Notas Comerciais, explica Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM
Compartilhar
Search
Operação Plástica NotíciasOperação Plástica Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Notícias
  • Cirurgias
  • Mundo
  • Saúde
  • Sobre Nós
Search
  • Home
  • Notícias
  • Cirurgias
  • Mundo
  • Saúde
  • Sobre Nós
Siga
Operação Plástica Notícias > Blog > Notícias > Rating de crédito corporativo se torna diferencial de empresas middle market que acessam o mercado via Notas Comerciais, explica Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM
Notícias

Rating de crédito corporativo se torna diferencial de empresas middle market que acessam o mercado via Notas Comerciais, explica Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM

Written by: Greta Montieri 25 de setembro de 2026
Compartilhar
ID CTVM
ID CTVM

Embora não seja exigência da regulação para esse instrumento, a classificação de risco do emissor amplia o universo de investidores institucionais aptos a adquirir o papel e ajuda a precificar a dívida com mais eficiência

Contents
Rating não é exigência normativa para Notas ComerciaisRating do emissor difere do rating da emissão específicaAmpliação da base de investidores institucionais é o principal ganho práticoAgências de rating brasileiras atuam com metodologias voltadas ao mercado localNota Comercial não é instrumento exclusivo do middle marketCusto e tempo de obtenção do rating entram na decisão estratégicaPerspectivas para o acesso do middle market ao mercado de capitais

A ID CTVM acompanha a busca crescente de empresas de médio porte por rating de crédito corporativo ao estruturar emissões de Notas Comerciais, movimento que, segundo Rodrigo Balassiano, acompanha a expansão desse instrumento como alternativa de captação para o middle market brasileiro. Para empresas que buscam acessar o mercado de capitais pela primeira vez, Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, explica que entender a diferença entre o rating do emissor e o rating de uma emissão específica ajuda a dimensionar corretamente o papel dessa classificação de risco na estruturação de uma operação.

Rating não é exigência normativa para Notas Comerciais

Diferentemente do que muitos empresários de médio porte supõem ao considerar uma primeira emissão, a regulação da CVM aplicável às ofertas públicas de Notas Comerciais não condiciona o registro ou a distribuição do instrumento à existência de um rating de crédito. A busca por essa classificação de risco é uma decisão do emissor, orientada por considerações de mercado, não uma exigência legal para a validade da operação.

Para Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, essa distinção é importante para calibrar as expectativas de uma empresa que está avaliando sua primeira captação via mercado de capitais:

“Muitas empresas de médio porte acham que precisam necessariamente de um rating para emitir Nota Comercial, e isso não é verdade. O que acontece, na prática, é que ter uma classificação de risco amplia o número de investidores institucionais aptos a comprar aquele papel e costuma facilitar a precificação da dívida, mas a decisão de buscar ou não um rating é estratégica, não uma obrigação regulatória”, afirma o executivo.

Rating do emissor difere do rating da emissão específica

É importante distinguir dois conceitos que costumam ser confundidos por quem está começando a se familiarizar com o mercado de capitais. O rating do emissor, também chamado de rating corporativo, avalia a capacidade de pagamento da empresa como um todo, considerando sua saúde financeira, estrutura de capital e geração de caixa. Já o rating de uma emissão específica avalia o risco daquele título em particular, levando em conta garantias, covenants e a estrutura da operação, o que pode fazer com que uma emissão tenha nota diferente da atribuída ao próprio emissor. Como a Nota Comercial costuma ser um instrumento sem garantias reais estruturadas, diferente de um FIDC ou de um CRI com lastro segregado, seu risco de crédito tende a estar muito mais diretamente atrelado ao próprio rating do emissor do que ao da operação em si.

Ampliação da base de investidores institucionais é o principal ganho prático

Investidores institucionais regulados, como fundos de pensão e seguradoras, costumam operar sob políticas de investimento próprias que, em determinados casos, estabelecem critérios qualitativos e patamares mínimos de classificação de risco para alocação em crédito privado. Uma empresa de médio porte que obtém rating de crédito corporativo amplia, na prática, o número de investidores institucionais aptos a considerar aquele papel em suas carteiras, o que tende a se refletir tanto na velocidade de colocação da oferta quanto nas condições de precificação da dívida.

Agências de rating brasileiras atuam com metodologias voltadas ao mercado local

Diferentes agências de classificação de risco atuam no Brasil avaliando crédito corporativo de empresas de diferentes portes, entre elas a Austin Rating, que mantém metodologia própria dedicada especificamente à avaliação de Notas Comerciais, além de agências como Moody’s Local, S&P e Fitch, que operam no país com escalas nacionais de rating, mais acessíveis a empresas que não buscam avaliação em escala global. Essa diversidade de prestadores amplia as opções disponíveis para uma empresa de médio porte que avalia buscar essa classificação pela primeira vez.

A ID CTVM, que reúne mais de 550 fundos e mais de R$ 50 bilhões em ativos sob administração e custódia, apoia empresas de médio porte na estruturação de emissões de Notas Comerciais, orientando sobre quando a busca por rating de crédito corporativo faz sentido estratégico para ampliar o alcance de uma oferta junto a investidores institucionais.

Nota Comercial não é instrumento exclusivo do middle market

Embora o crescimento recente das emissões de Nota Comercial esteja fortemente associado à busca de empresas de médio porte por alternativas ao crédito bancário tradicional, o instrumento não é de uso exclusivo desse público. Companhias de maior porte também têm recorrido à Nota Comercial para resolver necessidades pontuais de caixa, atraídas pela agilidade do processo de registro e pela flexibilidade de prazos que o instrumento oferece em comparação a outras formas de captação de dívida corporativa. Para uma empresa de médio porte, essa convivência com emissores maiores no mesmo mercado reforça, ainda mais, a relevância de sinalizar credibilidade por meio de instrumentos como o rating, especialmente ao competir pela atenção de investidores institucionais que também analisam ofertas de companhias com histórico mais longo de acesso ao mercado de capitais.

Custo e tempo de obtenção do rating entram na decisão estratégica

Antes de buscar uma classificação de risco, uma empresa de médio porte que avalia sua primeira emissão de Nota Comercial costuma ponderar o custo do processo de rating e o tempo necessário para sua obtenção frente ao cronograma pretendido para a captação, já que a análise de uma agência de classificação de risco envolve visitas técnicas, levantamento de informações financeiras e societárias detalhadas e, em geral, um prazo que não é imediato. Empresas que já têm rotina de governança e informações financeiras organizadas tendem a percorrer esse processo com mais agilidade do que aquelas que buscam se estruturar para essa etapa apenas no momento da captação.

Perspectivas para o acesso do middle market ao mercado de capitais

Com as emissões de Notas Comerciais registrando crescimento expressivo nos últimos períodos, incluindo tanto empresas que estreiam no mercado de capitais quanto companhias de maior porte que recorrem ao instrumento para resolver necessidades pontuais de caixa, a tendência é que a discussão sobre rating de crédito corporativo ganhe espaço entre empresas de médio porte que avaliam diversificar suas fontes de financiamento. Para administradores fiduciários e estruturadores, orientar com precisão sobre quando essa classificação de risco agrega valor real à operação, e quando não é necessária, tende a se consolidar como parte relevante do suporte técnico oferecido a esse público em expansão.

Sobre a ID CTVM

A ID CTVM é uma instituição especializada em infraestrutura para o mercado de capitais, com serviços de administração fiduciária, custódia, escrituração, controladoria e distribuição de fundos de investimento. Fundada em 2020, a companhia reúne atualmente mais de 550 fundos e mais de R$ 50 bilhões sob administração e custódia, com presença relevante em estruturas como FIDCs, FIPs e FIIs. Combinando tecnologia, governança, conhecimento regulatório e eficiência operacional, a ID oferece suporte a gestores, investidores, empresas e demais participantes do mercado, contribuindo para operações mais seguras, eficientes e transparentes.

Tag:ID CorretoraID CTVMRodrigo Balassiano
Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Print
Artigo Anterior Gianmarco Marchetti Personalização na hospedagem: Até que ponto vale a pena investir? Descubra neste artigo
ID CTVM
Rating de crédito corporativo se torna diferencial de empresas middle market que acessam o mercado via Notas Comerciais, explica Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM
Notícias
Anvisa apreende bioestimulador de colágeno falsificado: o que pacientes precisam verificar antes de um procedimento estético
Anvisa apreende bioestimulador de colágeno falsificado: o que pacientes precisam verificar antes de um procedimento estético
Cirurgias
Wander Aguilera Almeida
Por que tomar uma boa decisão não significa ter certeza do resultado?
Notícias
Remédios para emagrecer mudam procura por cirurgia plástica entre homens e acendem alerta sobre expectativas
Remédios para emagrecer mudam procura por cirurgia plástica entre homens e acendem alerta sobre expectativas
Mundo

Você Também Pode Gostar

Notícias

Deise Zuqui dá dicas de como melhorar e cuidar da pele acneica

Cravos e espinhas são o pesadelo de muita gente,…

Writen by Greta Montieri 11 de maio de 2021
Nathalia Belletato
Notícias

Cozinhe melhor com ingredientes sazonais: dicas de Nathalia Belletato

Cozinhar com ingredientes sazonais não é apenas uma escolha…

Writen by Greta Montieri 19 de fevereiro de 2024
Rodrigo Gonçalves Pimentel
Notícias

Qual é a diferença entre uma holding e uma offshore? Confira com Rodrigo Pimentel Advogado

A holding e a offshore são estruturas costumam ser…

Writen by Greta Montieri 8 de maio de 2026
Yuri Silva Portela
Notícias

Rede de apoio e envelhecimento: a importância do suporte familiar e profissional

O incremento na expectativa de vida trouxe consigo uma…

Writen by Greta Montieri 10 de agosto de 2026
Operação Plástica Notícias

Operação Plástica é o seu novo destino para se manter informado. Nossas notícias abrangem desde as últimas novidades em tecnologia e política até os principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Conteúdo de qualidade, atualizado em tempo real.

Richard Lucas Da Silva Miranda
Como os dados dos jogadores passaram a orientar decisões estratégicas na indústria de games
14 de julho de 2026
Lirius Suplementos
Lirius Suplementos examina como a escolha de ingredientes influencia o desenvolvimento de suplementos alimentares
27 de agosto de 2026
Lucas Peralles
Lucas Peralles explica: Você sabia que a energia do seu corpo começa dentro das mitocôndrias?
6 de julho de 2026

© 2025 Operação Plástica – contato@operaçãoplastica .com.br – tel.(11)91754-6532

Siga
  • Home
  • Sobre Nós
  • Notícias
  • Contato
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?